Adotando o Modelo de Confiança Zero com a Microsoft
O modelo de Confiança Zero é uma abordagem moderna de segurança que assume a existência de violações e verifica cada solicitação como se fosse originária de uma rede aberta. Vamos explorar os principais aspectos dessa arquitetura de segurança, suas tecnologias e como implementá-la.
Linha do Tempo do Modelo de Confiança Zero
- 2010: Conceito de Confiança Zero introduzido pela Forrester Research.
- 2018: Microsoft adota o modelo de Confiança Zero em suas soluções de segurança.
- 2020: Expansão das funcionalidades de Confiança Zero para suportar ambientes híbridos e remotos.
- 2023: Melhoria nas integrações e automações de segurança baseadas em Confiança Zero.
Princípios do Modelo de Confiança Zero
- Verificar Explicitamente: Autenticar e autorizar com base em todos os pontos de dados disponíveis, como identidade do usuário, localização e integridade do dispositivo.
- Usar Acesso de Privilégio Mínimo: Limitar o acesso dos usuários com políticas adaptativas baseadas em risco.
- Supor Violações: Minimizar o impacto de violações e segmentar o acesso para reduzir o risco.
Tecnologias e Funcionalidades
- Autenticação Multifator (MFA): Adiciona uma camada extra de segurança ao exigir múltiplas formas de verificação.
- Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM): Controla o acesso a recursos com base na identidade do usuário.
- Monitoramento Contínuo: Utiliza análises e inteligência artificial para detectar e responder a ameaças em tempo real.
- Criptografia de Dados: Protege os dados em trânsito e em repouso para garantir a confidencialidade e integridade.
APIs Disponíveis
- Microsoft Graph API: Permite a integração com serviços de identidade e segurança da Microsoft.
- Azure AD Identity Protection API: Oferece ferramentas para detectar e responder a riscos de identidade.
- Microsoft Defender API: Integração com ferramentas de segurança para proteção contra ameaças.

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